Em 100 dias Amazonino já gastou mais de R$ 16 milhões com propaganda por “amor à causa pública”

Compartilhe:

O governador Amazonino Mendes, definitivamente, é um homem sem o menor pudor. Trata o povo como subespécie da raça humana, empregando um estratagema vulgar – “Amor à causa pública” – e de uma simplicidade suprema e insultante para enganá-lo e fazer decolar o seu projeto de reeleição.

Que falta faz o Mobral – o Movimento Brasileiro de Alfabetização, criado pelo governo de regime militar para promover a alfabetização funcional e educação continuada para os analfabetos de 15 anos ou mais, por meio de cursos especiais, com duração prevista de nove meses.

Quem sabe com o Mobral, Amazonino Mendes não seria tão parvo no emprego de frase de tão forte expressão patriótica, social e política.

É absolutamente contraditório falar em amor à causa pública sem o menor respeito a essa causa como o faz o governo, difundido-a sem o menor amor à causa pública nos veículos de comunicação e nas redes sociais completamente contaminada.

Em apenas três meses de governo, Amazonino esbanjou algo em torno de R$ 16,6 milhões com propaganda de conteúdo duvidoso e escancaradamente manipulada, além de contaminada com mensagens de caráter eminentemente político eleitoral.

A propaganda, assim como o vídeo, capenga, cheio de divagações, distribuído, por ele, nas redes sociais, é pegajosa, nauseante, debochada, uma porcaria institucional, que só atende aos interesses dos donos dos veículos de comunicação local e de alguns apaniguados, blogueiros.

A saúde em todo o estado do Amazonas, tal e qual a propaganda do governo, pode ser classificada como uma porcaria não porque os profissionais médicos, enfermeiros e auxiliares não sejam competentes.

A saúde está destroçada porque a prioridade do governo é roubar como fez Mouhamad Moustafa comandado pelo ex-governador José Melo, Evandro Melo, Wilson Alecrim.

Graças ao empenho e ao AMOR À CAUSA PÚBLICA, abraçados, isto sim, por bravos e heroicos médicos, maqueiros, enfermeiros, motoristas de ambulância, paramédicos e outros, o povo tem as suas dores amenizadas.

A saúde em nada mudou.

Ao contrário do que alardeia Amazonino sem o menor sentimento de vergonha e de decência, os corredores dos prontos-socorros continuam abarrotados, com vergonhoso déficit de leitos, equipamentos, medicamentos e de pessoal.

De acordo com o Portal da Transparência, os gastos com propaganda no mês de dezembro chegaram a R$ 10.897.845,80 milhões – quatro vezes superior ao mês anterior.

As propagandas de Amazonino Mendes nada tem a ver com a causa pública. Além de demagógicas, fantasiosas, asquerosas, manipuladas, elas são excessivamente perdulárias e não resistiriam a uma simples inspeção do Ministério Público.Fato Amazônico