terça-feira, abril 28, 2026
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Lula encosta em Flávio Bolsonaro em nova pesquisa e disputa pelo 2º turno fica empatada dentro da margem de erro

Levantamento AtlasIntel mostra recuperação de Lula e cenário acirrado na corrida presidencial de 2026

Reprodução Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu a diferença para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e aparece tecnicamente empatado em um possível segundo turno das eleições presidenciais de 2026, conforme pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (27).

Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro registra 47,8% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 47,5%. A diferença de apenas 0,3 ponto percentual está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de um ponto percentual para mais ou para menos.

Na pesquisa anterior, realizada no fim de março, a distância entre os dois candidatos era maior. Na ocasião, Flávio tinha 47,6%, contra 46,6% de Lula.

O levantamento ouviu 5.008 pessoas em todo o país por meio de entrevistas virtuais realizadas entre os dias 22 e 27 de abril. O nível de confiança é de 95%.

Lula cresce no primeiro turno

No cenário estimado para o primeiro turno, Lula também apresentou crescimento dentro da margem de erro. O presidente passou de 45,9% em março para 46,6% em abril.

Já Flávio Bolsonaro teve uma leve queda, saindo de 40,1% para 39,7% das intenções de voto.

A pesquisa ainda aponta o empresário Renan Santos, do Missão, em terceiro lugar, com 5,3%. Em seguida aparecem o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 3,3%, e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3,1%.

Outros nomes citados no levantamento somaram 1,4% das intenções de voto. Entre eles estão Augusto Cury (Avante), com 1,1%, e Aldo Rebelo (DC), com 0,3%.

Além disso, 0,6% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou ainda não sabem em quem votar.

Avaliação do governo

A pesquisa AtlasIntel também mostrou oscilação na avaliação do governo federal. Atualmente, 51,3% dos entrevistados consideram a gestão Lula ruim ou péssima. Em março, esse índice era de 50%.

Ao mesmo tempo, a avaliação positiva também apresentou crescimento. O percentual de brasileiros que classificam o governo como ótimo ou bom subiu de 41% para 42%.

Já os que consideram a administração regular diminuíram de 10% para 6,8%.