Procuradora da Mulher da Aleam pede prisão de servidor municipal suspeito de agredir esposa em Manaus

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Foto: Miguel Almeida

Afastamento de cargo público e prisão. Essas são as providências que a deputada estadual Alessandra Campelo (Podemos) vai solicitar contra um servidor da Secretaria Municipal de Educação (Semed) que é suspeito de agredir recorrentemente a própria ex-companheira, em Manaus.

O caso foi levado à tribuna na sessão desta quarta-feira (20/09) pela parlamentar, que lidera a Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas. A denúncia chegou ao conhecimento de Alessandra Campelo por meio das redes sociais.

Segundo a deputada, a vítima é Patrícia Rocha e o suspeito das agressões é Jackyllan Galdino, que é servidor da Semed. Alessandra Campelo expôs um vídeo que mostra uma das últimas agressões a Patrícia, que estava com medida protetiva concedida pela Justiça.

A Procuradora da Mulher também mostrou fotos da vítima com diversas escoriações e hematomas, além da informação de que Patrícia Rocha teria perdido 40% da audição devido às agressões.

“Esse homem, além de bater na ex-mulher, ele a estuprou. Ele abusou, estuprou. Violência física, sexual, psicológica, econômica, todo tipo de violência a essa mulher que é mãe de família, mãe de uma filha”, denunciou a deputada, ao apresentar o vídeo da agressão na tribuna.

Alessandra Campelo disse que vai encaminhar o caso ao conhecimento da secretária da Semed, Dulce Almeida, para que as providências sejam tomadas no sentido de afastar o suspeito de agressão do cargo público que ocupa na Prefeitura de Manaus.

“Ele é professor na Semed. Como é que um homem que tem boletim de ocorrência por estupro, violência doméstica e ameaça é professor? Ele não poderia estar dentro de uma escola”, disse a deputada. “Estou encaminhando o caso para a secretária, que sei que vai tomar providências porque ela ainda não tem conhecimento. Estou enviando para a secretária Dulce Almeida hoje um resumo do caso”.

Por fim, Alessandra Campelo reforçou sua proposta de que agressores de mulheres sejam monitorados 24 horas com o uso de tornozeleiras eletrônicas, como forma de garantir o cumprimento das medidas protetivas.

“Esse homem tem que ser preso. O delegado ou a delegada que está cuidando do caso tem que pedir a prisão desse homem. Nós vamos exigir isso”, concluiu a Deputada das Mulheres do Amazonas.

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