Eduardo Braga não é um “Zé Budista Zen” mas um construtor

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A campanha de Zé Melo, ou alguns de seus “marqueteiros” informais como o prefeito Arthur Neto, estão sugerindo que Eduardo Braga é um sujeito arrogante e Melo é uma doçura de pessoa. Para eles, a campanha de Melo deve ser do “homem suave” contra a voz do “trovão”.

Bem, se eleição fosse concurso de miss ou de chefe de RH, aí… tudo bem poderia-se cobrar de Eduardo Braga um comportamento “narcisista” ) ou zen budista.

Eleição não é isso. Se Eduardo fosse um administrador “ternurinha” não teria deixado sua marca no Estado como a ponte sobre o Rio Negro, nem Prosamim (um fantástico programa de revitalização dos igarapés de Manaus), ou mesmo a Arena Amazônia, que está deixando os visitantes boquiabertos.

A própria Fifa está se referindo a Manaus como uma das melhores sedes, inclusive que se preparou para receber os visitantes de fala inglesa. Sem falar nas obras de passagens de níveis ou viaduto de Manaus, a pista da Avenida das Torres, o programa cultural que faz de Manaus uma das poucas cidades do Brasil a ter um festival de cinema e de ópera, entre outras realizações nas áreas educacionais, da saúde (hospitais e prontos socorros), e da infraestrutura em geral.

Ocorre que a maneira como Eduardo Braga encara com seriedade, efetividade e a maneira como ele cobra de seus auxiliares para que os programas e as suas metas sejam cumpridas e as obras entregues de acordo com as expectativas que ele mesmo imprime na populações seja confundida como “arrogância”.

Não é não. Santo ele não é, mas ele sabe muito bem que se não cobrar que as coisas sejam feitas da maneira como ele as enxerga, muitas das vezes de forma áspera mesmo, ele sabe que as coisas não aconteceriam e ele acabaria sendo cobrado por isso.

Em outras palavras, é falso como nota de 3 reais, essa história de que a população tem de ter à frente da administração do Estado alguém de comportamento “soft”, mesmo que isso significasse relaxamento no trato da coisa pública, resiliência infrutífera com as metas não alcançadas, etc.

A população não precisa disso, mas tem pressa de que as grandes obras e serviços públicos saiam do papel, se materializem e se façam eficazes.

Em outras palavras, não precisamos de um janota enfatuado à frente do Estado, mas de um administrador que não tenha medo de ser chamado de “cavalo” desde que isso acabe se tornando até um elogio diante de tanta lhaneza – muitas vezes, falsa – incompetente, mas que resolva os problemas da população.

Para a população, por certo, é preferível um Dudu “cavalo”, que entrega o que promete em termos de melhoria de sua vida, do que um falso “Melinho paz e amor” e que nada aconteça na vida dos cidadãos, que estão cansados dessa improvável “sweet” incompetência.

Ah! Um cavalo que trabalha, que leva a prosperidade e o bem-estar à população e não um cavado que manda espacancar, incendiar e outras cositas mas.

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