Arena Sem Futebol da Amazônia

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Por Prof. Pinheiro

Hoje começa a Copa do Mundo, aliás, da Fifa. Fomos sequestrados pela Fifa. Tudo o que pode ser comercializado e que faça menção a “2014”, “Copa”, “Copa do Mundo”, “Fifa”, etc., somente pode ser comercializado se pagar royalties à dita cuja.

No entanto, como “enquadrar brasileiro” na “Lei” é algo como que impossível, por todos os lugares se encontram produtos “piratas”, num drible de corpo sensacional, e tudo é vendido às claras e sem pudor, sem crime e sem castigo.

As arenas construídas nas 12 sedes da Copa, frutos da megalomania de Lula, são monumentos à roubalheira, com gastos astronômicos que são um acinte aos brasileiros “sem saúde”, “sem educação”, “sem segurança”, “sem transportes”, “sem mobilidade urbana”, “sem-nada”. Lula sugeriu aos “babacas” que queriam chegar de metrô aos estádios, que fosse “de jegue”, porque ele mesmo ficaria é em casa, que não é besta de se meter em estádio “de corpo presente” e levar uma vaia “monumental”. Nem ele e nem seu “poste” Dilma se meteria a besta. Ela falou ne tv e nos palanques amigos, longe das vaias.

A lógica também não é lá muito nossa amiga. Nas sedes onde há maior população, as arenas (antigo estádios) têm menor número de assentos, e vice-versa. Vá entender… E há lugares em que nem FUTEBOL EXISTE, como é o caso da Arena da Amazônia, as de Natal, Cuiabá, e por aí vai.

Na arena da Amazônia, dizem os cultivadores de grama, o capim está morrendo afogado com tanta chuva e não vai aguentar nem a partida inicial no próximo sábado. A vergonha será ver o gramado se esfarelar ou virar “tábua-de-pirulito” com tantos buracos que possam surgir. Oremos!

O Lula, a Dilma, o PT et caterva achavam que trazer a copa para o Brasil seria uma jogada de mestre. Que isso faria o povo delirar, babar na gravata de tão alegre e depositar os votos na urna urrando de satisfação. Seria a apoteose de um período político nababesco, sem igual e nem paralelo no mundo mundial. Deu tudo errado. Estão todos com medo e passando esse medo em frente. Vade retro, capeta!

O brasileiro foi forjado pelo branco, pelo índio e pelo preto. Não adianta querer forçar o índio a trabalhar, nem fazer o negro parar de cantar suas mágoas e nem fazer o branco se acostumar com a malemolência, o ritmo da batucada e o balanço da rede. Isso não dá certo nem na ditadura.

Vestir verde-e-amarelo, vibrar com os gols da seleção, aprender os nomes dos nossos jogadores “gringos”, que a gente nem conhece, fará parte de agora em diante da nossa nova realidade globalizada do futebol. Isso a gente vai “tirar-de-letra”. Pra frente Brasil-sil-sil!!!

 

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