“Manaus está francamente mal”, admite chefe da área de gramados da Arena da Amazônia

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A Arena da Amazônia volta a ser criticada pela falta de ação do Governo do Amazonas, que administra a obra como se a mesma representasse a recuperação de um simples e humilde grupo escola lá no longínquo município de Pauini, no Vale do Purus. Desta feita, segundo matéria publicada no site Em Resumo, a crítica veio de Carlos Botella, chefe da área de gramados esportivos da empresa Royal Verd, responsável pelo plantio do gramado da Arena Amazônia.

Segundo Carlos Botella, “Manaus está francamente mal”.

Veja a matéria na íntegra:

Responsável pelo plantio do gramado da Arena Amazônia, a empresa Royal Verd admite que o campo de jogo de quatro partidas da Copa, entre elas Inglaterra x Itália, preocupa. De acordo com Carlos Botella Pavía, chefe da área de gramados esportivos da empresa, as condições climáticas da região Norte do País prejudicaram a grama. Um plano de crise, já iniciado, inclui fertilizantes e bioestimulantes.

As condições climáticas não ajudaram, está chovendo muito. Começamos um plano de choque, de emergência, para tentar recuperar o gramado e melhorá-lo ao máximo, mas não creio que sábado ele esteja pronto”, disse, em referência à partida entre italianos e ingleses, pelo Grupo D.

Uma equipe de oito pessoas trabalha no gramado. Botella acredita que os tratamentos surjam algum efeito para a segunda partida em Manaus, entre Camarões e Croácia, do grupo do Brasil, em 18 de junho (quarta-feira).

Responsável por todos os gramados da Copa, a Royal Verd, a Arena Amazônia deu mais trabalho que as demais porque foi necessária a subcontratação de diversas empresas em uma área de difícil acesso. “Todo o material teve que ser trazido de barco. Não há adubo, não há sementes. Foi muito complicado”, conta Botella.

 

 

 

 

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