Corrida sucessória sequer começou e Eduardo Braga já aparece na pole position

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De acordo com os dados cientificamente coletados na terceira pesquisa de intenções da Perspectiva Tecnologia da Informação, se a eleição para o governo do Amazonas fosse hoje Eduardo Braga (PMDB) teria 54,9% dos votos válidos, a deputada federal Rebecca Garcia (PP), em segundo lugar, 14,1%, tecnicamente empatada com o “grande líder”, José Melo (PROS), que alcançou 13,4%, e Hissa Abrahão (PPS), 12,2%.

Como se pode notar, a corrida sequer começou e Eduardo Braga  já larga com essa vantagem!

Fosse uma corrida de F1, Braga estaria na pole position.

Na corrida propriamente dita, quem larga na frente pode se distanciar ainda mais se tiver um “carro” confiável, com o melhor motor (intenção de votos), melhor chassis (coligação e tempo de tv), concentração para errar menos que os demais competidores e uma equipe afinada, que lhe dê segurança nas informações e suporte nas paradas estratégicas.

Isso Eduardo Braga tem.

Por essa razão, a turma do governo anda meio surtada.

E não é pra menos.

Com uma “máquina” de derramar dinheiro que tem e uma equipe incompetente e arrogante ficar no terceiro lugar no “grid” de largada já era de se esperar.

Ah, mas o Melo pode fazer uma “corrida de recuperação”. Pode. Só que um “Rubinho”, mesmo com todo o seu talento, nunca será “Sena”, não é mesmo? Os demais “competidores”, como em uma corrida maluca, servem apenas como figurantes, em um segundo pelotão, em que se destacam o “Dick Vigarista” e a “Penélope Charmosa”.

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