Chantagem “melista” colocada em prática para forçar prefeitos do interior a marchar com José Melo

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Quem diria que o governador Zé Melo (Pros), que em tempos idos mais parecia um manso e cordato cordeirinho, sempre disposto a apascentar o rebanho, um dia se revelasse num tirano, num déspota impiedoso, para atingir os seus mais comezinhos interesses.

Agora, José Melo está forçando a barra para que os prefeitos do interior do Amazonas assinem uma tal de “moção de apoio” a sua candidatura. É o vale tudo eleitoral. Só chantageia quem tem algum poder de fazer mal.

A chantagem “melista” reside no fato de ameaçar os prefeitos com o não repasse de verbas de convênios já assinados e acena, para aqueles que assinarem a infâmia, com o repasse de novos recursos.

Para isso, a sede da Associação Amazonense dos Municípios (AAM), no Parque Dez, está servindo como “casa de tolerância”.
Nos antigos bordéis, quem não pagava levava navalha nos “cornos”.

Os porta-vozes da proposta infame são os deputados Silas Câmara e Carlos Souza, o que em nada surpreende, dadas os seus conhecidos prontuários.

Na “ponta-de-lança”, ou seja, no “front” dos prefeitos, figuram os não menos insidiosos prefeitos João Campelo (Itamarati), Ivon Rates (Envira) e Tabira Ferreira (Juruá), todos “campeões” de irregularidades junto ao TCE

 

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