terça-feira, outubro 13, 2026
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Espetáculo ‘Ruína’ traz reflexão sobre as queimadas na Amazônia por meio da dança

No dia 31 de julho, às 19h, o Teatro da Instalação, na Rua Frei José dos Inocentes, no Centro de Manaus, recebe o espetáculo de dança ‘Ruína’, obra da Cia Fragmento de Rua. Com entrada gratuita, o trabalho marca uma nova fase da companhia e traz à cena uma reflexão potente sobre as queimadas na Amazônia e a resistência da natureza diante da destruição ambiental.

‘Ruína’ foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). O espetáculo é uma realização da Cia Fragmento de Rua, com apoio da Manauscult e do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

O espetáculo de dança ‘Ruína’ marca o início de um novo ciclo para a Cia Fragmento de Rua. Inspirado nas queimadas da Amazônia e na força da natureza que resiste, a obra traz à cena a urgência da preservação ambiental e o poder da arte como ferramenta de transformação social. Corpos em movimento denunciam, provocam e convocam à consciência.

A obra é inspirada na devastação provocada pelo fogo e na urgência da preservação do meio ambiente, ao mesmo tempo em que exalta a arte como ferramenta de provocação e transformação social. Reforçando o papel da dança como meio de resistência e diálogo com o público.

Os ensaios da montagem iniciaram em abril deste ano. Após uma pausa em junho, a equipe retomou os encontros na última semana do mês com uma nova formação de intérpretes. Para o coreógrafo Vanderlan Soares, esse retorno tem sido um processo desafiador, mas igualmente enriquecedor:

“Estamos realizando três encontros semanais, e está sendo bem gratificante ver a nossa evolução artística e profissional. Esta nova etapa está sendo tão intensa quanto a primeira montagem, realizada em 2019. “A diferença é que agora temos outros corpos em cena, e minha experiência enquanto coreógrafo também amadureceu”, revela.

A estreia promete emocionar e instigar o público ao diálogo sobre o futuro da Amazônia e o papel ativo de cada um na preservação do bioma. Uma oportunidade única de vivenciar a arte como resistência.