Ministro da Defesa diz que Forças Armadas são obedientes à constituição

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Um dia após o presidente Jair Bolsonaro participar de um ato a favor da ditadura militar, o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, divulgou uma nota em que assegura a obediência à Constituição Federal.

No texto, o ministro pede união no combate ao novo coronavírus e reiterou o empenho das Forças Armadas na missão. “As Forças Armadas trabalham com o propósito de manter a paz e a estabilidade do país, sempre obedientes à Constituição Federal”, escreveu.

No texto, o ministro pede união no combate ao novo coronavírus e reiterou o empenho das Forças Armadas na missão. “As Forças Armadas trabalham com o propósito de manter a paz e a estabilidade do país, sempre obedientes à Constituição Federal”, escreveu.

“O momento que se apresenta exige entendimento e esforço de todos os brasileiros. Nenhum país estava preparado para uma Pandemia como a que estamos vivendo. Essa realidade requer adaptação das capacidades das Forças Armadas para combater um inimigo comum a todos: o Coronavírus e suas consequências sociais. É isso o que estamos fazendo.”

Um dia após o presidente Jair Bolsonaro participar de um ato a favor da ditadura militar, o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, divulgou uma nota em que assegura a obediência à Constituição Federal.

No texto, o ministro pede união no combate ao novo coronavírus e reiterou o empenho das Forças Armadas na missão. “As Forças Armadas trabalham com o propósito de manter a paz e a estabilidade do país, sempre obedientes à Constituição Federal”, escreveu.

“O momento que se apresenta exige entendimento e esforço de todos os brasileiros. Nenhum país estava preparado para uma Pandemia como a que estamos vivendo. Essa realidade requer adaptação das capacidades das Forças Armadas para combater um inimigo comum a todos: o Coronavírus e suas consequências sociais. É isso o que estamos fazendo.”

A participação de Bolsonaro nas manifestações foi alvo de repúdio de entidades como Anistia Internacional e Human Rights Watch (HRW). O próprio procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue a organização dos protestos, por violação à Lei de Segurança Nacional.

Mais cedo, Bolsonaro se defendeu e disse que não pretende fechar o Congresso Nacional e o STF, embora o ato que ele presenciou levantasse essa bandeira.